O Programa de Controle de Saúde Ocupacional não é uma pasta para guardar na gaveta quando o fiscal chega. É o mapa da saúde da sua equipe — e, lido com inteligência pericial, ele orienta decisões antes que o problema vire afastamento.
Todo empregador com CLT precisa ter PCMSO (NR-07), independente do tamanho da empresa. O programa define quais exames ocupacionais cada função exige, com que periodicidade, e quem coordena tem que ser médico do trabalho. O que muda conforme o grau de risco e o número de funcionários é a dimensão do programa — não a existência dele. Empresa pequena também precisa.
Muita empresa trata o PCMSO como documento: emite, arquiva e só lembra dele na fiscalização. O exame vira burocracia de admissão, o relatório anual vira formulário — e o programa que deveria cuidar da saúde da equipe não cuida de nada. É aí que passivo trabalhista e fiscalização encontram a empresa desavisada.
Na B&C, o PCMSO é gerido com inteligência pericial: os resultados dos exames são lidos por quem tem experiência em perícia médica, os padrões aparecem — absenteísmo que se repete, riscos que se concentram em um setor, restrição que pede readaptação — e o RH recebe base técnica para agir antes que o problema pequeno vire afastamento longo. O programa deixa de ser custo de conformidade e passa a ser ferramenta de gestão.
Sua empresa tem uma dessas situações agora? Fale com a B&C — a conversa começa pelo que a sua empresa precisa.